quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

ESPECIAL FÓRMULA 1 2026 – OS NOVOS CARROS

            E enfim chegou a hora. Esta semana os carros da nova F-1 entraram na pista, e portanto, eis aqui algumas fotos dos novos modelos, que já estão rodando no teste “privado” em Barcelona. Confiram os novos carros de cada time:

 

McLaren MCL40: Campeã de pilotos novamente após mais de uma década e meia, o novo modelo do time de Woking é a esperança da escuderia tentar manter a sua força. Se o carro for competitivo, resta esperar que o time não se embanane de novo, dentro e fora das pistas, como ocorreu no ano passado e quase custou o título de pilotos. Pintura provisória dos testes até que ficou bonita.


 

Ferrari SF26: O time de Maranello resolveu reinventar a roda em 2025 e se deu mal, em especial porque terminou 2024 em alta, e acabou jogando tudo fora. Agora, com os esforços voltados para o novo regulamento técnico, é um vai ou racha, e olha que rachar tem sido muito fácil para o time italiano…


 

Mercedes W17: Que o time alemão levou um tombo na era do efeito-solo, todo mundo viu. Agora com novo regulamento técnico, será que volta a ser protagonista de fato, e não ficar vencendo corridas esporadicamente? O carro pelo menos é bonito, condizente com vários modelos das “flechas de prata” recentes. Veremos como eles se sairão. Dizer que o novo carro parece melhor na pista do que no simulador parece muito encorajador.


 

Red Bull RB22: O primeiro carro do time dos energéticos da era “pós-Adrian Newey” chega com a missão de manter o time entre as forças da competição, além de marcar a volta oficial da Ford após mais de duas décadas fora da competição. Será um batismo de fogo tanto para o corpo técnico da Red Bull quanto para a Ford em seu retorno à F-1...


 

Apine A526: O carro parece bonito, mas será que anda direito? Dizer que não há mais desculpas porque agora tem propulsores da Mercedes é ignorar que o carro do ano passado foi o pior do grid, não que os problemas eram causados unicamente pela unidade de potência da Renault, que deu adeus à categoria. Se o carro deste ano for outra bomba não terá motor que dê jeito...


 

Racing Bulls VACARB03: O carro do segundo time dos energéticos é visualmente bonito. Vamos ver do que o time é capaz nesta temporada. No ano passado conseguiram até um pódio...


 

Haas VF26: A pintura segue o padrão do time dos últimos anos, e o objetivo é tentar serem apenas melhores do que foram em 2025. A escuderia agora tem apoio da Toyota, e isso deve ajudar um pouco a alcançarem vôos mais ousados. Resta saber até onde podem conseguir ir...


 

Audi R26: Visualmente bonito, e claro, já sofrendo os problemas do noviciado. Nada de novo. Mas visual bonito, por mais fotos que renda, não garante resultado. A conferir...


 

Cadillac: Carro e time completamente novos, e com pintura provisória para os testes. Não dá para falar muita coisa, além de que enfrentou os problemas de ser novata no meio. Ainda precisa pegar, nem que seja no tranco... Aliás, o novo time nem anunciou o nome de seu primeiro carro, só para ver como a coisa está indo...


 

Das onze escuderias do campeonato, apenas estas mostraram seus novos bólidos até o presente momento. Aston Martin só entra na pista amanhã, e a Williams não conseguiu aprontar o carro a tempo e praticamente já perdeu toda a oportunidade que teria com os treinos desta semana. Aguardemos portanto, até termos as novas imagens destes bólidos faltantes...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

ARES NOVOS NA RED BULL?

Laurent Mekies conseguiu estrear com o pé direito como novo chefe da Red Bull no ano passado, e entra em 2026 decidido a dar nova mentalidade ao time dos energéticos.

            Com as apresentações dos novos carros para a temporada 2026 da Fórmula 1, uma das maiores expectativas do novo campeonato é sobre o novo pacote de regras técnicas, além dos carros, e também das novas unidades de potência, um pouco mais simples, mas com sistemas elétricos muito mais potentes. Desafios com o objetivo de reenergizar a disputa da competição, claro, mas que impõem muitos desafios técnicos a todos os times e competidores presentes.

            Claro, um dos times com maior expectativa é a Red Bull. A escuderia vem de dois anos turbulentos em matéria de ambiente interno, e só agora parece que o time está assentando a poeira e acalmando-se de fato. Em 2024, a queda de competitividade da escuderia após a saída de Adrian Newey só não foi mais problemática porque Max Verstappen segurou as pontas, aproveitando também dos azares e incompetência dos adversários para chegar ao tetracampeonato. Mas o time não ficou em polvorosa apenas pela saída do “mago” das pranchetas. Isso foi consequência de problemas vivenciados com Christian Horner antes da temporada começar, com o dirigente tendo tido “comportamento impróprio” com uma funcionária, que quase causou sua demissão à época, mas deixou o clima interno do time bem agitado, o que contribuiu na saída de Newey, hoje na Aston Martin.

            No ano passado, com um carro ainda mais problemático, o time se viu momentaneamente fora de brigar pelo título até, ante a supremacia da McLaren, e podendo ser superado por Mercedes, e até uma claudicante Ferrari. E a meio do ano, Christian Horner, dirigente da escuderia desde sua estréia na F-1, em 2005, foi demitido, pura e simplesmente. Laurent Mekies, que comandava o time B, a Racing Bulls, assumiu o comando. O clima, certamente, não era dos melhores. E, há pouco, tivemos declarações fortes de Sergio Pérez, ex-piloto da escuderia dos energéticos, que está de volta ao grid da categoria máxima do automobilismo como piloto da nova equipe Cadillac, expondo alguns “podres” de como era tratado no time rubrotaurino.

            Demitido pela Red Bull quando ainda tinha tido o contrato renovado, o piloto mexicano ficou de fora da temporada 2025 da F-1, mas está fazendo o seu retorno à competição agora como titular da Cadillac, ao lado do finlandês Valtteri Bottas, que também acabou ficando de fora da disputa na temporada do ano passado. Sergio Perez se sentiu no direito de escancarar algumas “verdades” incômodas sobre o modo como foi tratado na Red Bull, confirmando o que muitos já sabiam. Que o tratamento entre ele e Verstappen nunca foi igual dentro do time. Até aí, nada novo. Mas, claro que o buraco sempre foi mais embaixo, embora explique certos detalhes compreensíveis.

            Ele está certo em reclamar? Até certo ponto, sim. Por mais que Christian Horner tenha dito na cara dura que o mexicano era só para “completar” o time, ele aceitou as condições impostas. Tudo era priorizado para Max Verstappen, a estrela do time. Até aí, nada demais. O holandês é de fato um fenômeno, e não tem nada de errado em aceitar isso. Muitos times fazem esse tipo de escolha. Mas o modo extremo de como escantearam o segundo piloto é que faz a coisa desandar. Ao exigirem resultados, sabendo que tudo era feito sob medida para Verstappen, ou que pelo menos o holandês ainda conseguia dar conta de um carro arisco e complicado, sabendo conscientemente que o outro piloto não conseguiria dar conta do recado é hipocrisia. A demissão, por falta e resultados, quando eles próprios criaram essa situação, chega a ser de fato injusta. Se Perez também teve parcela de culpa em erros cometidos, é bem verdade que, em alguns momentos, ele também teve muito azar, mas talvez, o pior de tudo, foi a direção do time começando a jogar tudo em cima do piloto como se a culpa fosse unicamente dele, como se eles não tivessem culpa nenhuma na origem do problema.

Helmut Marko (acima) não deixará saudades nos pilotos do programa de formação da Red Bull. E Christian Horner (abaixo), apesar de comandar a equipe com muitos momentos de glória, acabou rifado após erros que deixaram o clima interno mais agitado do que deveria ser.


            Pérez até tentou solicitar um “desenvolvimento paralelo” para o carro ele, ou que ele pudesse usar acertos que privilegiassem a sua pilotagem, de modo a produzir mais, o que claro, seria benéfico ao piloto, e ao time, principalmente. Isso acabou negado. O curioso é que, tecnicamente, isso não influiria no carro de Verstappen, mas ao negar a chance de Pérez poder pilotar um carro mais a seu gosto, o time simplesmente o podou sem necessidade, e depois, ainda cobrar ainda mais resultados. Pérez nunca foi um gênio da velocidade, mas está longe de ser um braço duro também. Por mais que tenha cometido erros, isto acabou sendo potencializado pelo time, que na ânsia de priorizar somente Verstappen, deu de ombros para  problema principal do segundo piloto, que merecia um pouco mais de consideração, apenas isso. O lance de “isso é problema do piloto, ele tem que se virar”, dito por muita gente, é válido até certo ponto, mas quando um time não quer deixar um dos pilotos tentar provar que pode render mais com um acerto de carro diferente, que não afetaria o piloto principal, esse time revela incompetência técnica em proceder com tal ação. A insistência na estratégia, compreensível por um lado, não se justifica quando até Verstappen começou a reclamar do carro. Ele conseguiu dar conta, mas Pérez naufragou, e quando o mexicano foi dispensado, ele falou o que todo mundo sabia: a culpa era mais do carro do que do piloto.

            Sobre ser substituído por “não apresentar mais resultados”, Pérez falou direito no talo a respeito de seu substituto: “e se Lawson não resolver?”. E o neozelandês não resolveu. Foi substituído em tempo recordo na Red Bull, com apenas dois GPs disputados. Yuki Tsunoda assumiu o lugar, e não fez muito melhor. O problema estava de fato em outro lugar, e principalmente, na mentalidade da direção da escuderia. Eles só não substituíram Tsunoda porque não tinham quem colocar no lugar de forma a salvar a cara deles propriamente. Isack Hadjar já tinha sido defenestrado por Helmut Marko após rodar na Austrália, e ainda ser consolado “pelo inimigo” (no caso, Anthony Hamilton, pai de Lewis Hamilton), e outros nomes possíveis apenas poderiam exibir descaradamente o estilo “roleta-russa” de pilotos tanto de Horner quanto principalmente de Marko.

            Obviamente, Helmut Marko defendeu o lado dele, o que inclui, claro, apontar o mexicano como “frustrado”, e até “incompetente”, citando sua demissão da Force India, time que ajudou a salvar, como se fosse nada além de ele não ser “alguém relevante, ou competente”, como se tivesse sido despedido justamente por não ser bom piloto. Uma atitude nada de nova em se tratando de Helmut Marko, se lembrarmos que o ex-dirigente já discriminou abertamente o piloto, e claro que não iria lhe dar razão sobre as críticas, que sim, podem parecer choro, de que ele sabia onde estava se metendo, o que não deixa de ser verdade, exceto pelo fato do time tomar uma atitude hipócrita de cobrança desmedida em relação ao assunto. Para alguém que massacrou, muitas vezes além da conta, vários talentos em potencial que acreditaram na chance de serem promovidos pela Red Bull e foram “queimados” de forma injusta no processo, Marko já foi tarde da Red Bull também, tendo saído do time, e consequentemente, também do programa de formação de pilotos da marca, que em vários momentos passou até a ser evitado por muitos pilotos em formação, conscientes de que o dirigente era mais uma ameaça às suas carreiras do que uma ajuda, o que dá a entender como ele deixou de ser visto como um ativo, mesmo que tenha revelado pilotos como Sebastian Vettel e Max Verstappen.

Em parceria com a Ford, a Red Bull terá o batismo de fogo de sua primeira unidade de potência concebida pela nova Red Bull Powertrains.

            Com isso, a Red Bull entrou em 2026 “livre” da toxidade e impropérios de Marko, e também das práticas de comando nocivas de Christian Horner. Um clima mais ameno, menos massacrante, onde o time pode redescobrir sua capacidade real, e seu espírito mais aberto e cordial, como era a escuderia nos primeiros anos da sua existência na F-1, quando era o time mais alegre do paddock, e por isso mesmo, o mais admirado e valorizado, características que foi perdendo completamente quando passou a ser vencedor. Mas dá para se manter a atmosfera aberta, e continuar sendo vencedor. Por isso mesmo, a grande expectativa em torno do que a equipe poderá mostrar em 2026.

            Agora, com Mekies, a Red Bull pode assumir de fato uma nova mentalidade de direção da escuderia. Não há como negar que Laurent assumiu um pavio bem curto quando assumiu a chefia do time principal no ano passado, após a demissão de Christian Horner. Mas ele se saiu bem, muito melhor do que todos esperavam. Acalmou o ambiente, deu coesão ao setor técnico, e principalmente, passou a ouvir os pilotos, ou pelo menos, OS DOIS pilotos. O carro melhorou, e Max Verstappen se lançou à disputa do título. E quase ganhou mais um título. Mesmo que a McLaren e sua dupla de pilotos tenham cometido erros que possibilitaram tal reação, não há como negar que a melhora do modelo RB21 foi notável. Até Tsunoda começou a ter alguns resultados de nota, não com a frequência desejada, mas conseguiu progressos. E tudo isso se deve à nova mentalidade de Mekies na direção do time.

            Para este ano, inclusive sem a interferência de Helmut Marko, o desafio é proporcionar um ambiente de “respeito” e “harmonia”. Não é deixar de cobrar resultados, mas apenas de não sair fazendo “caça às bruxas” e promover chiliques de cobranças desmedidas e humilhações internas ao pessoal no ofício de suas funções. Um ambiente mais saudável e respeitoso, segundo ele, é mais produtivo. Ele menciona a forma traumática que foi o rebaixamento de Liam Lawson para a Racing Bulls ano passado, após apenas as duas provas defendendo a Red Bull, e de como isso afetou o rendimento do piloto, que só foi voltar a andar bem na segunda metade da temporada. Impôr regras de conduta, e minimamente, manter o respeito por cada um, independentemente de suas funções, é a base para um time render mais. Não é “desmantelar” alguém cada vez que é cobrado, é fazer isso de forma mais civilizada, de encontrar soluções para os problemas, ao invés de simplesmente “jogar” na cara de alguém que as coisas estão ruins e que ele é o culpado.

Sucesso da Red Bull este ano certamente influenciará decisão de Max Verstappen de permanecer ou não na escuderia. 

            E ele não está errado. A Red Bull foi o time que mais trocou pilotos nos últimos tempos entre os times de ponta, e claro que isso não se traduziria em estabilidade de rendimento na pista, nem mesmo no time B, que em tese seria uma equipe “escola” para os novatos do seu programa de pilotos, mas que passou a ser visto como um verdadeiro calvário em determinados momentos. Com uma postura menos “demolidora” e mais compreensiva, a Red Bull adentra 2026 com várias pressões e desafios, claro, mas deixar os pilotos, ou melhor, o segundo piloto mais livre para produzir o que é capaz, certamente vai ajudar. Hadjar conseguiu dar a volta por cima, mas foi linchado de início por Marko, e poderia ter desandado ali mesmo. Se o deixarem à vontade, e o carro foi compreensível, ele mostrará a que veio, e isso é o mais importante. Haverá cobranças, como em qualquer time, mas não mais linchamentos públicos por parte da direção do time, que não ajudava em nada e só deixavam os pilotos mais nervosos do que já estavam ficando. Isso também deve se estendem à Racing Bulls, que também ficava à mercê dos humores de Horner, e especialmente, de Marko.

            Os desafios, claro, não são poucos. O novo modelo RB22 é de fato o primeiro carro “pós-Newey” da Red Bull, uma vez que o RB21 do ano passado ainda guardava as marcas herdadas do RB20. Mas agora, com o novo regulamento técnico, o conceito dos carros mudou, exigindo um projeto completamente novo, e o departamento técnico de Milton Keynes tem a missão de mostrar que, sob o novo comando de Mekies, pode de fato brilhar sem se contaminar pelos vícios dos últimos projetos. O resultado de 2025 foi encorajador, mostrando que a Red Bull tem sim, um corpo técnico capaz de manter a competitividade da escuderia, que claro, não podia ficar na dependência total de Adrian Newey. Resta saber se estará à altura, e mais do que tudo, saber desenvolver o projeto do novo bólido. Se conseguir produzir uma boa base, tem tudo para obter sucesso. Bons carros, mesmo quando não nascem tão perfeitos, podem ser adequadamente desenvolvidos, mas quando a base é ruim, não tem desenvolvimento que dê jeito.

            E temos também o desafio da unidade de potência, agora quase integralmente a cargo da Red Bull Powertrains, depois de competir nos últimos anos com as unidades da Honda, mesmo sendo desenvolvidas na nova empresa, mas ainda contando com suporte dos japoneses. Agora é a Ford que assume a parceria, mas mais com o nome do que com o empenho técnico. Será um batismo de fogo para a nova companhia, e que poderá ditar, ao lado do novo carro, se a Red Bull manterá sua força, ou despencará no grid. Toda a expertise acumulada nestes últimos anos, quando comprou os direitos intelectuais das unidades de potência da Honda agora precisam ser conferidas. E disso tudo depende a permanência ou não do maior triunfo da escuderia, o tetracampeão Max Verstappen, vice-campeão de 2025, mesmo com tudo o que aconteceu, na pista e fora dela.

            Max Verstappen, acima de tudo, continua a ser o norte do time dos energéticos na pista, o que não é errado. Mas o time tem de pensar na possibilidade de sua saída, e por isso mesmo, a concepção de um carro “acessível” a todos os pilotos do time é imperativo, pois o holandês já afirmou que não pensa em ficar muito tempo na F-1, a exemplo de Fernando Alonso e Lewis Hamilton , dando a entender que ele fica até 2028, talvez de fato, na Red Bull, mas não garante nada além disso. Uma temporada fraca este ano, contudo, pode desencadear uma possível troca de time por parte do holandês, que já anda sendo cortejado pela Mercedes, mas preferiu, logicamente, permanecer onde estava, lembrando que os boatos colocaram até mesmo Max na Mercedes para este ano. Mas Verstappen permaneceu basicamente também porque Helmut Marko estava na Red Bull, quem sempre o apoiou e protegeu, mesmo quando o holandês batia a torto e a direito, não sabendo dosar sua agressividade e impulsividade. Mas agora, sem o ex-dirigente por lá, uma eventual saída pode ser mais fácil ainda.

            A Red Bull se consolidou na última década e meia como o mais novo time de ponta da história d F-1. Após as saídas do trio que levou a escuderia ao seu imenso sucesso, Christian Horner, Helmut Marko, e Adrian Newey, 2026 marca uma nova era para a escuderia dos energéticos, que irá mostrar se eles continuarão entre os primeiros, ou não…

 

 

O IMSA WeatherTech Sportscars, o campeonato de endurance dos Estados Unidos, dá a largada neste final de semana, com a mais tradicional corrida do certame: as 24 Horas de Daytona. Com 60 carros no grid, o Brasil terá seis representantes no grid, sendo principal deles Felipe Nasr, com o carro Nº 7 da Penske/Porsche, que tentará a 3ª vitória consecutiva na prova. Nasr será nosso único representante na classe principal, a GTP. Na LMP2, teremos a presença de Pietro e Enzo Fittipaldi, no carro Nº da equipe Pratt Miller. Já na classe GTD Pro, teremos Daniel Serra com a Ferrari Nº 62 da equipe Risi Competizione. Na classe GTD teremos Dudu Barrichello no carro Aston Martin Nº 27 da Heart of Racing; e também Felipe Fraga defendendo a equipeMyers Riley, ao volante do Ford Mustang Nº 16. A largada prova está marcada para amanhã, às 15:30 Hrs., pelo horário de Brasília, com transmissão oficial pela GPTV do site Grande Prêmio.