sexta-feira, 26 de junho de 2026

COTAÇÃO AUTOMOBILÍSTICA – JUNHO DE 2026


            O ano de 2026 está encerrando sua primeira metade, e em breve, entraremos em julho, primeiro mês do segundo semestre. E como de costume, como todo fim de mês, é hora de mais Cotação Automobilística, com uma avaliação de alguns dos principais acontecimentos e nomes do mundo da velocidade neste mês de março, com o tradicional esquema já conhecido de sempre: EM ALTA (cor verde); NA MESMA (cor azul); e EM BAIXA (cor vermelha). Uma boa leitura a todos, e até a próxima Cotação Automobilística, no próximo mês de julho, dando início à segunda metade de 2026. Portanto, até o próximo mês, pessoal, e cuidem-se bem...

 

EM ALTA

 

Lewis Hamilton: O heptacampeão vem subindo de produção nas últimas corridas da temporada 2026 da Fórmula 1. O carro da Ferrari este ano definitivamente ficou mais ao gosto do inglês, e ele vem mostrando serviço nas últimas etapas do campeonato. É verdade que o time italiano ainda vem devendo melhorias do seu equipamento, mas Lewis tem feito o melhor que pode, e o ponto alto, sem dúvida, foi a vitória magistral obtida pelo inglês na etapa de Barcelona, onde uma estratégia agressiva de três paradas foi executada impecavelmente tanto pela equipe nos boxes, quando por Hamilton na pista, que obteve seu primeiro triunfo desde que chegou a Maranello, e vem se encontrando cada vez mais com o carro, e com a escuderia. O feito de Lewis lembrou o triunfo de Michael Schumacher, obtido na mesma pista, há 30 anos atrás, no que foi apenas a primeira de muitas vitórias que o piloto alemão obteria pelo time italiano, tornando-se o seu maior vencedor. Dificilmente Hamilton repetirá tal destino, uma vez que já se encontra em fim de carreira, mas certamente, novos triunfos podem vir a cair no currículo do heptacampeão, e ele certamente está a fim de mostrar que ainda tem algo a apresentar na F-1. Quem sabe, até um possível oitavo título... Difícil, claro, mas não impossível... Quem sabe?

 

Andrea Kimi Antonelli: o piloto italiano, apesar do abandono sofrido em Barcelona, vem barbarizando na temporada deste ano da F-1. Foram cinco vitórias consecutivas, um feito e tanto para o jovem titular da Mercedes, que simplesmente colocou as garras de fora, e assumiu o protagonismo do campeonato de forma impressionante. E Andrea segue mantendo a tendência de alta sobre seu companheiro de equipe. Mesmo na pista da Catalunha, mesmo que Hamilton estivesse longe do alcance do italiano, este havia superado novamente seu companheiro de equipe George Russell na pista, após um bom duelo com o piloto inglês, e aumentaria ainda mais a sua vantagem na liderança do certame. Ainda é cedo para cravar que o título será de Antonelli, mas certamente, pelo que vem pilotando ultimamente, o destemido italiano de apenas 19 anos está mostrando a que veio na F-1, e confirmando a aposta que Toto Wolf fez ao promove-lo para a competição no ano passado. E Antonelli segue líder mesmo com o abandono em Barcelona, pois havia aberto uma grande vantagem que, em tese, não causou problemas diante do abandono sofrido na Catalunha.

 

Marc Márquez: O heptacampeão da MotoGP vem se superando nas últimas etapas da classe rainha do motociclismo. Depois de ficar ausente diante de lesões sofridas este ano, a “Formiga Atômica” mostrou a que veio nas provas da Hungria e da República Tcheca, vencendo com categoria, e mostrando que, mesmo ainda sem estar 100% fisicamente, já está no caminho certo para tentar voltar à luta pelo título, algo que ainda está um pouco distante, diante da vantagem dos rivais, mas nada que não se possa recuperar, ainda mais se ele mantiver a balada que demonstrou nas últimas duas etapas, para não falar de um renascimento da Ducati, que andava cambaleante desde o início do campeonato. O piloto espanhol chegou a ser dúvida diante da condição física meio claudicante do início da temporada, reflexo de acidente sofrido na reta final da temporada do ano passado, logo após conquistar o título da competição, mas aparentemente, a cirurgia de correção foi bem-sucedida, e Marc já está mostrando a velha classe, superando os rivais com sua classe e talento fora do normal. Os rivais que fiquem atentos, porque a Formiga Atômica parece estar vindo com tudo novamente...

 

Competitividade da Formula-E: a temporada de carros monopostos totalmente elétricos continua empolgando com um resultado onde os principais postulantes ao título da competição ficaram fora de combate por bons resultados pelos motivos mais variados em Sanya, na China, deixando os competidores mais próximos, e isso deixou os seis primeiros colocados separados por 36 pontos, e com um bom número de corridas ainda pela frente, a expectativa é que tudo fique ainda mais embolado na briga pelas primeiras posições e a incerteza aumente ainda mais, impossibilitando alguém de se colocar como favorito destacado. Por mais imprevisível que tenha sido a etapa chinesa, não é impossível imaginar novos percalços aos pilotos na disputa, e este tem sido um ponto forte da F-E, onde raramente alguém assume um favoritismo destacado logo de cara e some na liderança. Mith Evans segue líder, com alguma folga razoável sobre os rivais, mas deu sorte porque eles também se complicaram sozinhos na etapa de Sanya, que permitiu que pilotos mais atrás, como Jake Dennis e Antonio Felix da Costa se aproximassem um pouco, a ponto de eles começarem a sonhar também com a briga pelo título. E as chances de tudo ficar ainda mais embolado na competição não são desprezíveis. Muito chão ainda vai precisar ser percorrido até chegarmos enfim à decisão do título, podem apostar...

 

Elfyn Evans: O piloto britânico da Toyota segue na dianteira do Mundial de Rali, e embora ainda tenha muito chão pela frente, parece estar conseguindo se manter no controle do campeonato, mantendo uma distância razoável na pontuação sobre o vice-líder, mas que não permite maiores distrações. Com sete etapas realizadas até o presente momento, Evans já contabiliza duas vitórias, mesmo número de triunfos de Takamoto Katsuta, também da equipe Toyota, o vice-líder, mas conseguindo ser ligeiramente mais regular que o nipônico. Como os demais rivais não tem conseguido manter a mesma constância, e Sébastien Ogier, mais uma vez, disputa apenas parcialmente o campeonato, ainda que sua campanha este ano não esteja com o mesmo brilho da do ano passado. A Toyota é o time a ser batido, e com Katsuta na sua cola, Evans tem que manter o controle da situação e evitar desaires, se quiser de fato levar o título. Até o presente momento, ele tem conseguido isso. Vamos ver se consegue controlar tudo até o final do ano, ainda mais em uma competição onde tudo pode acontecer em algumas provas, em especial no mundo do off-road...

 

 

 

NA MESMA

 

George Russell: o piloto inglês vem tomando uma lavada do companheiro de equipe italiano como não se esperava no início da temporada. Além de ver Andrea faturar nada menos do que cinco vitórias consecutivas, George amargou vários percalços que chegaram até a deixa-lo fora do pódio em algumas corridas, enquanto Antonelli disparava na classificação do campeonato, deixando Russell não apenas comendo poeira, mas com o inglês sendo superado na pontuação por Lewis Hamilton o novo vice-líder do campeonato, que com o triunfo obtido em Barcelona, bagunçou a classificação de Russell, que apesar de tudo só não caiu mais para trás porque a concorrência não está conseguindo se aprumar como deveria. Mas em Barcelona, mesmo que George tenha conseguido diminuir enfim a diferença para Antonelli, isso foi mais pelo parceiro ter tido a primeira quebra do ano, porquen a pista mesmo, até aquele momento, o italiano já havia superado Russell novamente, e vinha para terminar à frente dele, outro resultado nada agradável para Russell, que já tinha tido o seu dissabor do abandono em Montreal. Mas isso ainda não alivia muito a situação de George, que além de ainda estar em uma grande desvantagem perante o companheiro de equipe na pontuação, ainda perdeu a vice-liderança para Lewis Hamilton, o que muitos não imaginavam ser possível dada a vantagem do carro da Mercedes na competição. E se a concorrência apertar, como ocorreu em Barcelona, será que a Mercedes escolherá de fato quem irá priorizar, como andou declarando? Se isso acontecer, muito provável que Russell seja o sacrificado, já que Antonelli comanda a temporada. Russell ainda está em uma posição teoricamente privilegiada, mas precisa voltar a acertar todos os detalhes nos fins de semana de GP, antes que a situação comece de fato a azedar para o seu lado...

 

Álex Palou: O piloto espanhol da Ganassi continua seguindo na liderança do campeonato da Indycar, rumo a um provável novo título, ainda que tenha alguns percalços, como ocorreu em Road America, onde o próprio piloto se complicou sozinho, mas deu sorte de não comprometer a corrida, ainda terminando em uma posição bem satisfatória, e vendo os rivais se digladiarem, alternando-se nos resultados, enquanto Álex mantém a constância, e vai seguindo na dianteira do campeonato, ainda com confortáveis 59 pontos, que podem parecer pouco, diante dos 50 pontos que um vencedor ganha por corrida, mas é o suficiente para Palou ir administrando com certa tranquilidade o campeonato. O pior é que os rivais não conseguem mostrar a mesma constância, daí, tudo fica mais fácil para Palou, que em muitos momentos, parece correr sozinho, mostrando sua competência enquanto os demais pilotos parecem colecionar problemas demasiados em suas tentativas de se aproximarem do espanhol na luta pela liderança da competição...

 

Marco Bezzecchi: Apesar da confusão vivida na República Tcheca, Bezzecchi ainda lidera o campeonato da MotoGp, mas perdeu uma boa oportunidade de tentar responder à reação de Marc Márquez no campeonato, já que ficou sem pontuar nas duas últimas corridas principais, na penúltima por barbeiragem de Jorge Martin, e agora em Brno por culpa do próprio Marco, que agrediu um fiscal de pista e tomou uma suspensão, não podendo participar da corrida de domingo. O piloto tratou de se desculpar devidamente, o que não aliviou sua suspensão, claro, mas o momento de reação, diante da aproximação dos rivais, em especial a dupla da Ducati, é preocupante, e embora a Aprilia tenha ficado sem apresentar performance à altura, diante dos problemas das duas últimas provas, fica um pouco difícil saber se a equipe de Noale está perdendo de fato o fôlego, ou deu azar apenas. Mas Bezzecchi tem que ficar atento, porque ele não vai ser campeão sem lutar, isso pode estar certo...

 

Felipe Drugovich: o piloto brasileiro da equipe Andretti na Formula-E melhorou seu desempenho na competição, mas continua com certos percalços. Na etapa de Sanya, Felipe chegou a receber a bandeirada para subir ao pódio, mas novamente, uma punição sofrida pelo piloto derrubou parcialmente seu resultado, classificando-o apenas em 5º lugar, e impedindo o que seria uma dobradinha da equipe Andretti na prova chinesa, já que Jake Dennis venceu a corrida. Drugovich precisa ter mais cuidado com alguns movimentos na pista, para evitar levar punições que poderiam ser evitáveis, a fim de maximizar seus resultados, e melhorar sua classificação na temporada. Mas ao menos ele passou a frequentar melhor a zona de pontos, ficando mais aclimatado à categoria, uma vez que acabou passando em branco em várias etapas da primeira metade da temporada, o que deixou o novo brasileiro na competição de carros elétricos sem confirmar efetivamente o potencial que havia demonstrado nos testes. Ainda há trabalho a se fazer, mas Felipe segue no caminho certo para confirmar seu nome na competição da F-E. Só precisa tomar cuidado com alguns problemas nas corridas...

 

Max Verstappen: O tetracampeão segue seus percalços com a Red Bull na temporada 2026 da F-1, e volta a falar sobre a possibilidade de deixar a competição, descontente com as novas regras técnicas, além claro, dos problemas enfrentados pelo novo equipamento, que ora parece apresentar-se mais competitivo, ora o faz ter de se desdobrar para conseguir apresentar uma performance apresentável. Mas o fato de que Mercedes, Ferrari, e até McLaren terem potencialmente mais performance o tem deixado escancaradamente descontente, a ponto do time avaliar uma medida inusitada para mantê-lo a bordo da organização: oferecer-lhe participação societária como proprietário da equipe Racing Bulls, de modo que Max passaria a ser também dono de equipe. O holandês já possui um time próprio para competir em outras paragens, portanto, não seria uma medida tão singular quanto parece. Resta saber se ele topará a proposta, e enquanto isso, claro, pipocam fofocas de possíveis mudanças que poderiam haver caso o tetracampeão decida mudar de ares, mas que certamente são difíceis de serem realizadas, como uma possível contratação pela Mercedes, ainda mais pelo momento de Andrea Kimi Antonelli no time, o qual Toto não gostaria de desequilibrar com a chegada eventual do holandês ao time. Então, até o presente momento, fica em dúvida se Max permanecerá ou não na Red Bull, ou na própria F-1, para 2027...

 

 

 

EM BAIXA

 

Confusões da FIA: Definitivamente, a entidade que comanda o automobilismo internacional não anda dando uma dentro. A entidade cometeu confusão de algumas punições na etapa de Mônaco na F-1, chegando a punir Pierre Gasly, e vários dias depois “devolvendo” a posição original do piloto da Alpine, que havia terminado a corrida no Principado em 3º lugar, mas acabou não indo ao pódio pela punição sofrida, e agora, com a reversão da punição, é a McLaren quem recorre da situação, porque Oscar Piastri havia sido beneficiado com a punição a Gasly. Como desgraça pouca é bobagem, até a divulgação das permissões dos aperfeiçoamentos dos propulsores, os conhecidos ADUOs viraram motivo de polêmica, quando a FIA declarou a unidade de potência Ford/RBPT como melhor unidade do grid, e por tabela, proibindo a Red Bull de promover melhorias em seu equipamento, e pasmem, permitindo à Mercedes, que é tida por todos como melhor e mais competitiva unidade do grid, atualizar o seu equipamento. Não é por acaso que a Red Bull protestou firmemente a respeito desta decisão que beira o esdrúxulo para muitos, pois mesmo tendo uma performance impressionante, a unidade desenvolvida pela Red Bull Powertrains em conjunto com a Ford está longe da perfeição que as unidades da Mercedes possuem, em especial na fiabilidade. E a FIA que arrume uma explicação decente para resolver isso, porque até agora, o que apresentaram de argumentos não convenceu ninguém, e claro que isso deixou a Mercedes feliz da vida, obviamente...

 

Aston Martin: O time inglês continua sua draga na temporada atual da F-1. Terminar as corridas, quando acontece, passou a ser a vitória possível para a escuderia, que não vê melhoras aparentes tanto na unidade de potência da Honda quando no chassi AMR26 criado por Adrian Newey, no maior mico da categoria máxima do automobilismo nos últimos anos. Fernando Alonso quase pontuou em Mônaco, mas ganhou a 10ª posição, e o derradeiro ponto, pela punição sofrida por Sergio Perez, que fez uma corrida soberba, diante das circunstâncias, com a Cadillac. Um ponto que deveria ser celebrado como vitória, mas que no presente momento, não significou muito alento para o piloto e para a escuderia, que continua capengando a olhos vistos. E nem mesmo os ADUOs a serem permitidos pela FIA deverão solucionar a questão, uma vez que o buraco já se mostrou tão embaixo que possivelmente só um reprojeto do motor poderá resolver tudo. E Alonso, com tantas esperanças que tinha de trabalhar com Newey, agora já anda pensando em talvez deixar a competição de vez... Definitivamente, parece mais fácil a Cadillac, mesmo com todos os seus problemas, ficar à frente, do que a Aston Martin conseguir engrenar este ano de fato...

 

Charles LeClerc: O piloto monegasco renovou contrato com a Ferrari, válido por “múltiplos anos”, o que deveria tranquilizar a situação do piloto na busca por melhores resultados na temporada. Contudo, nas últimas provas, Charles vem tendo vários percalços e azares, e em Mônaco, bateu de forma bisonha sozinho, ainda culpou os freios, e chegou a ouvir do fabricante que as peças não tinham nada de errado. LeClerc parece estar com uma pressão para melhorar seus resultados, diante da ascenção de Lewis Hamilton no time, ainda mais agora depois da vitória do inglês na etapa de Barcelona, onde, mais uma vez, Charles ficou na mão com problemas no carro. O monegasco chegou à Ferrari aposentando Sebastian Vettel, e em muitos momentos, mostrou-se um competidor muito forte, porém, propenso a cometer vários erros que já comprometeram resultados potencialmente muito melhores do que os obtidos, ainda mais quando tentava brigar firme pelo título. Agora, LeClerc vê o colega de time vencer no campeonato antes dele, e como será sua reação? A exemplo de George Russell na Mercedes, o monegasco precisa dar um a volta por cima, se não quiser ficar na sombra do companheiro de equipe. Mas falar está sendo mais fácil do que fazer, então...

 

Scott Dixon: o hexacampeão vive um momento em baixa no campeonato da Indycar, e segundo fofocas de bastidores, os resultados escassearam por um motivo bem incômodo: a Ganassi está priorizando Álex Palou, e por isso, os recursos de desenvolvimento estão sendo centralizados no carro do espanhol, o que tem deixado Dixon com uma preparação que não tem sido a mais eficiente, contrariando o histórico vivenciado por Scott, que conquistou todos os seus seis títulos pelo time de Chip Ganassi. Isso tem dado motivos para o neozelandês começar a cogitar trocar de equipe, já que não estaria sendo devidamente valorizado pela escuderia, que nos últimos tempos só parece ter olhos mesmo para Palou. Dixon ainda tem o que mostrar à Indycar, mas agora fica a dúvida de para onde ele iria, e seria competitivo? O problema é que isso pode provocar uma rodada de negociações expondo alguns pilotos em outros times, que vendo Dixon disponível no mercado, poderão rifar um de seus titulares, a fim de contarem com um hexacampeão de qualidade comprovada. Quem vai rodar nessa? Dixon não está a fim de ficar com as sobras na Ganassi, portanto, vamos ver algo neste sentido em breve...

 

Relação Bagnaia-Ducati: enfim foi oficializado o que todo mundo já sabia. “Pecco” Bagnaia e a equipe de Bolonha não estarão mais juntos na próxima temporada da MotoGP. O anúncio foi feito, de modo que em breve deveremos ver também qual será o destino do bicampeão, que certamente será a Aprilia, onde Jorge Martin já está de saída para a Yamaha, certamente. Pelo visto, a péssima temporada de Francesco no ano passado, contrastando com o título de pilotos conquistado por Marc Márquez, pesou bastante na reputação do piloto, que até então, era o grande nome da marca italiana, o primeiro piloto a repetir o feito de Casey Stoner com a Desmosédici levando o título. “Pecco” procurou não polemizar, mas é certo que sai da casa onde ganhou seus títulos com certo ressentimento. Agora, é mostrar para a Ducati que ele fará falta, procurando vencer com a Aprilia provavelmente...