Estamos chegando ao final do mês de agosto, e logo estaremos em setembro, no último mês do terceiro trimestre de 2026. Portanto, como de costume todo final de mês, é hora de mais uma edição da Cotação Automobilística, com uma avaliação de alguns dos principais acontecimentos e nomes do mundo da velocidade neste mês de agosto, com o tradicional esquema já conhecido de sempre: EM ALTA (cor verde); NA MESMA (cor azul); e EM BAIXA (cor vermelha). Uma boa leitura a todos, e até a próxima Cotação Automobilística, no próximo mês de setembro, com as avaliações dos acontecimentos do mundo da velocidade no próximo mês. Até lá, e cuidem-se bem...
EM ALTA:
Pascal Wehrlein: O piloto alemão da equipe oficial da Porsche conquistou o título da última temporada da Formula-E na era dos carros Gen3, igualando o feito obtido por Jean-Éric Vergne, e se tornando também bicampeão da competição. Wehrlein soube aproveitar as oportunidades para chegar ao título, ainda que a decisão, ocorrida na rodada dupla final, em Londres, não tenha sido das mais tranquilas. O piloto se aproveitou da estratégia de corrida do time, que mandou Nico Muller atuar como escudeiro, bloqueando os rivais na pista, enquanto Pascal se mandava na liderança, procedimento que foi crucial para a vitória de Wehrlein na primeira corrida do fim de semana londrino, realizada na Excel Arena. E isso foi primordial, porque no domingo, a concorrência não deu mole para a tentativa de repetição da mesma estratégia, e bagunçou a corrida, que terminou com o alemão fora da zona de pontos, e ainda se vendo envolvido em uma batida que tirou Jake Dennis, outro postulante ao título, da prova, deixando o inglês com o vice-campeonato. Numa atitude pouco esportiva, Wehrlein acusou o golpe, e disparou críticas contra Dennis, e principalmente, Antonio Felix da Costa, com comentários pouco lisongeiros a respeito do português e da equipe Jaguar, apenas por devolverem na mesma moeda parte da estratégia da primeira prova. Wehrlein confirmou a força da Porsche na competição, e fez uma temporada firme, mas sem conseguir se impôr com superioridade aos concorrentes, tendo chegado a Londres sem fechar a conquista do título por antecipação, o que conseguiu fazer, apesar dos problemas, e vai para a nova era de carros Gen4 como o piloto a ser batido, e diante dos ânimos exaltados que gerou, melhor ir se preparando para ver os concorrentes acirrarem os ânimos contra ele no próximo campeonato...
Lando Norris: O atual campeão mundial, que andava meio apagado na atual temporada, diante dos problemas de competitividade da McLaren, voltou à luta das primeiras colocações na F-1, depois de mais um bom pacote de atualizações promovidas pelo time de Woking, renovando a disputa pelas vitórias nas corridas, em que pese ainda não se considerar no páreo pela disputa do título, diante da desvantagem para o líder do campeonato, Andrea Kimi Antonelli. Norris venceu as etapas da Hungria e da Holanda, mostrando que a McLaren pode vir forte para a segunda metade da temporada, e que pode bagunçar as expectativas nas próximas corridas. No ano passado, melhorias promovidas no seu carro permitiram que a Max Verstappen viesse firme para a disputa da título, quase chegando ao pentacampeonato, mesmo diante da imensa desvantagem que o holandês tinha à época, e os desaires da então favorita McLaren. Agora, o favoritismo é da Mercedes, e de Antonelli, mas será possível replicar essa recuperação ao atual campeão da competição? A Mercedes pareceu ter balançado nas últimas corridas, e talvez possa, sim, estar vulnerável a uma possível arrancada da McLaren, ao mesmo tempo em que também é fustigada pela Ferrari, e uma recuperação de Lando é bem-vinda para dar mais disputa e tempero ao campeonato, que até então vinha sendo comandado quase de mala e cuia por Antonelli, com brilhos ocasionais da Ferrari aqui e ali, e de Max Verstappen, mas sem chances efetivas de entrarem com tudo na disputa pelo título. Se a McLaren acertou o carro novamente, como mostrou ter conseguido fazer nos últimos anos, a parada pode engrossar, e com muitas corridas ainda pela frente, tem tudo para não poder ser subestimada, especialmente depois destes triunfos obtidos por Norris.
Álex Palou: O piloto espanhol da Ganassi continua deitando e rolando em cima da concorrência, mesmo tendo um resultado desastroso na corrida comemorativa dos 250 anos da independência dos Estados Unidos, em Washington, e que Kyle Kirkwoodo, o vice-líder tenha conseguido reduzir a desvantagem na classificação, para “apenas” 93 pontos, uma margem considerável, se levarmos em conta que restam apenas 3 provas para fechar a temporada atual da Indycar. Palou obteve nova vitória em Portland, e fez uma corrida consistente em Markham, no Canadá, onde foi ampliando sua vantagem na pontuação, enquanto os rivais ou batem cabeça, ou batem os próprios carros, com seus times também não ajudando muito a melhorar a situação. O piloto espanhol ainda largou na pole na corrida de Washington, onde se presumia que ele mais uma vez humilharia os concorrentes, o que acabou não acontecendo, mas que na verdade, nem precisava, diante da grande vantagem que amealhou até este momento na temporada, com quase tudo dando sorte para o espanhol, e os rivais não conseguindo tirar um mínimo de consistência e regularidade para dificultar as coisas para Álex, que segue firme rumo ao pentacampeonato da competição, em apenas sete temporadas desde que estreou na categoria, em 2020. O resultado adverso apenas adiou o inevitável, pois muitos já preveem que o espanhol pode fechar a conquista do título já no próximo final de semana, na primeira corrida da rodada dupla de Milwaukee, a depender de como as coisas se sucederem. A menos que aconteça um completo desastre, Álex já pode ir comemorando mais um título, para vergonha da concorrência, que mais uma vez não conseguiu impedir o triunfo do piloto da Ganassi.
Aprilia: Depois de uma reação das motos Ducati nas últimas provas, antes das férias de versão, dava-se a impressão de que o “gás” da marca de Noale estaria se extinguindo, como muitos esperavam depois de um início de temporada fabuloso para a marca italiana, imaginando que aquilo seria algo passageiro. Mas a MotoGP voltou das férias, e a Aprilia mostrou outra face, pelo menos, em Silverstone, vencendo com categoria tanto a prova sprint quanto a corrida principal, monopolizando o pódio da prova britânica, e fazendo as Ducatis comerem poeira novamente. Jorge Martin voltou a abrir alguma vantagem na liderança, enquanto Marco Bezzecchi, depois dos azares das últimas corridas, foi ao pódio, e retomou a vice-liderança do campeonato. É verdade que ainda há muito chão pela frente, mas a Aprilia deu uma amostra de que ainda não está superada, e que pode, sim, brigar firme pelo título, e a força não vem apenas do time oficial de fábrica, mas também da Trackhouse, o time satélite, que também andou forte no circuito inglês, e que promete engrossar o couro ainda mais contra a concorrência, em especial da Ducati, que até poderia imaginar que estava conseguindo reagir, e que seria questão de tempo voltar ao protagonismo. Pelo visto, a situação vai ser um pouco mais difícil e complicada, e nunca a Aprilia esteve em tão boa posição para ser campeã quanto agora. Resta ver se manterá o ritmo apresentado até agora...
Formula-E: A categoria de carros monopostos elétricos entregou outra temporada de muitas disputas e bom equilíbrio, com pelo menos quatro pilotos de quatro equipes chegando para a rodada dupla final em condições viáveis de conquistar o título. O palco da etapa final, o Excel Arena, infelizmente não proporcionou condições de se impedir a tática de equipe da Porsche que brochou a primeira corrida, mas o pau comeu solto na segunda, deixando tudo sem definição até quase o último instante, onde pelo menos três pilotos ainda tinham condições reais de título, que acabou com Pascal Wehrlein. Nada menos que 9 das 10 equipes da competição venceram corridas no ano, um número impressionante para a competição, mostrando como algumas etapas foram imprevisíveis e com disputas muito além do que se esperava, e com vários pilotos em condições de chegar ao título na reta final do certame. Onze pilotos venceram provas no ano, mais da metade do grid de largada, onde até a pior equipe (Lola/Yamaha) e um novo time (Citroen) tiveram a honra de subir ao degrau mais alto do pódio. A competição ainda encerrou sua terceira era de carros (Gen3) pronta para dar mais um passo adiante, com os carros elétricos mais possantes que já foram construídos, resultado da evolução da tecnologia de motorização elétrica que há 12 anos atrás disputou seu primeiro campeonato. E prometendo sempre muitas emoções e disputas, como vem conseguindo cumprir desde a primeira temporada.
NA MESMA:
Equipe Williams: A equipe fundada por Frank Williams enfrenta uma temporada lastimável na F-1, tendo desperdiçado a entrada do novo regulamento técnico para procurar aprimorar sua capacidade e performance, precisando agora olhar já para 2027, uma vez que pouco há a fazer para se conseguir melhor desenvolvimento com o carro desta temporada. E neste aspecto, pelo menos a escuderia entende que estabilidade é um ponto a favor, e portanto, renovou os contratos de sua dupla de pilotos para 2027, e além, a depender das oportunidades. Alexander Albon e Carlos Sainz já mostraram do que são capazes no ano passado, quando o time teve um carro que conseguir permitir aos pilotos obter melhores resultados, e sabem que, se não estão conseguindo o mesmo desempenho este ano, a culpa maior é do time, que não conseguiu lhe prover de um equipamento competitivo para desempenharem melhor o seu papel. Carlos Sainz chegou até a ser cogitado em outro time, assim como Sergio Perez poderia ser um dos novos pilotos, mas no final, a escuderia britânica optou pela continuidade, eliminando uma incerteza para o próximo ano, e sabendo o que precisa fazer para sair dessa situação, e reencontrar o rumo na competição. E, a Sainz e Albon, só resta torcer para o time não errar de novo...
Max Verstappen: O tetracampeão holandês encerrou em definitivo as conversas sobre seu futuro na F-1, e assinou uma extensão de seu contrato com a Red Bull, anunciando que permanecerá com o time dos energéticos até o fim de 2030, quando muito provavelmente encerrará sua participação na categoria máxima do automobilismo. Foram muitas semanas de fofocas, boatos e diversas especulações a respeito do destino do piloto, que já foi vinculado à Mercedes, à McLaren, e até mesmo à Aston Martin como possíveis destinos de Max. Com a cláusula de performance, Verstappen poderia se liberar do contrato com a justificativa do baixo rendimento do carro da escuderia taurina na atual temporada, sem incorrer em multas contratuais, e a Red Bull, por sua vez, teria chegado a oferecer até participação societária ao piloto na Racing Bulls, o time B dos energéticos, a fim de manter o piloto em seus quadros. Com a iminência da saída de Verstappen, até se especulou se o holandês poderia pendurar o capacete, pelo menos na F-1, e até se cogitou a chance de Oscar Piastri ocupar o lugar de Max na Red Bull, caso isso viesse a ocorrer, ou se o holandês acabasse indo justamente para o lugar do australiano na McLaren. Pelo visto, tudo foi devidamente acertado, com um belo acréscimo salarial que faz de Verstappen o piloto mais bem pago de todo o grid, e de uma amostra de quanto a Red Bull teme ficar exposta sem contar com seus serviços, o que agora, em tese, está garantido no cockpit do carro dos energéticos pelos próximos quatro anos.
Caio Collet: O piloto brasileiro da Foyt luta para ter uma melhor oportunidade na Indycar na próxima temporada. Os donos de equipe elogiam o potencial do rapaz, mas a grana segue sendo o parâmetro mais decisivo, como Hélio Castro Neves revelou que o time do qual é sócio, a Meyer Shank, precisou priorizar o fator financeiro em detrimento do talento, para a vaga aberta pela saída de Felix Ronsenqvist. A Foyt até o presente momento não se pronunciou a respeito de seus pilotos para 2027, indicando que pode nem manter nenhum dos dois, se candidatos endinheirados entrarem na jogada, o que torna a opção, a mais conservadora e possível, totalmente incerta. Agora, a possibilidade de um apoio da McLaren para que Collet assuma um dos carros da equipe Juncos veio à tona, embora nada de oficial esteja sendo divulgado. Para tudo isso, Caio precisa também de resultados, e pelo menos, em Washington, o brasileiro conseguiu enfim dar o recado que necessitava, conquistando um 9º lugar e obtendo seu primeiro TOP-10 na temporada, e relançando-se na disputa para ser o “novato do ano”, em disputa com Dennis Hauger, da Dale Coyne. A disputa, porém, segue difícil, e provavelmente só veremos o seu desfecho depois que a temporada se encerrar.
Lucas Di Grassi: O piloto brasileiro encerrou a temporada da Formula-E, e sua carreira de piloto, da mesma maneira que começou o campeonato, com muitos dissabores e problemas no carro da Lola/Yamaha, encerrando sua participação no certame com um abandono duplo em Londres, sem a mínima chance de ter uma despedida mais razoável, diante do currículo que possui ligado ao certame de carros monopostos elétricos. Mas Di Grassi sai, por isso mesmo, com a moral em alta, especialmente pela espetacular vitória na segunda prova de Shanghai, onde contrariou a tudo e a todos, e subiu ao degrau mais alto do pódio, no que foi a despedida mais digna que ele poderia ter neste campeonato de encerramento de sua carreira nas pistas. Lucas agora dará novo rumo à sua vida, ciente do dever cumprido em sua carreira de esportista, não tanto valorizada por muitos, mas amplamente reconhecida pelas contribuições onde o brasileiro se fez presente, especialmente no desenvolvimento do que viria a se tornar a F-E. Muitos gostariam de vê-lo ao volante dos carros Gen4, para tentar capitalizar parte do imenso esforço despendido nos últimos anos em desenvolver equipamentos pouco competitivos, é verdade, mas Di Grassi já estabeleceu as novas prioridades de sua vida, que seguirá adiante, tendo recebido os merecidos adeus e despedidas no Excel Arena.
Mith Evans: O piloto neozelandês mais uma vez bateu na trave no que se refere à disputa pelo título no certame de carros monopostos totalmente elétrico. Mith não conseguiu superar a estratégia da Porsche de “trancar” toda a concorrência atrás de Nico Muller na primeira corrida de Londres, terminando a primeira corrida do fim de semana final no Excel Arena em posição muito aquém da necessária para seguir com força total na disputa; e na segunda corrida, não reagiu a tempo suficiente de brigar por posições mais adiante de modo que pudesse tirar toda a desvantagem da pontuação de Pascal Wehrlein, e amargou a 3ª posição no campeonato. Não foi a primeira vez que Evans passou por isso, de chegar à etapa final em condição de faturar a temporada, e vir tudo escorrer pelos dedos, e agora, a situação no futuro próximo tende a ficar mais complicada, já que o piloto está deixando a Jaguar para embarcar no novo projeto da Opel para a próxima era dos carros Gen4, o que pode significar que, em teoria, ele não terá um carro e um time tão competitivo quando a escuderia britânica para brigar novamente pelo título, embora com a mudança dos carros, tudo esteja em aberto, e ninguém saiba quem dará as cartas no próximo campeonato.
EM BAIXA:
Dan Ticktum: O piloto inglês terminou a temporada da F-E sem saber se alinhará no grid do próximo campeonato. Apesar de ter vencido uma corrida no ano, em uma das provas da rodada dupla de Tóquio, Ticktum fez uma temporada muito irregular, em especial se envolvendo em confusões e acidentes nas corridas, tendo terminado apenas em 15º lugar no campeonato, atrás até do companheiro Pepe Marti, novato na competição. A Kiro teve um carro competitivo em várias corridas, mas Dan desperdiçou inúmeras oportunidades, além de se meter em bate-bocas com outros pilotos pelos desaires de pista onde se envolveu. Curiosamente, Ticktum foi um dos pilares da negociação que transferiu a propriedade da antiga equipe ERT para a nova Kiro, salvando a escuderia de fechar as portas, na temporada passada, onde recebeu inclusive os powertrains da Porsche, mesmo de especificação atrasada em relação às usadas pela própria Porsche e pela Andretti, que acabou implicando na dispensa sem a menor cerimônia de Sérgio Sette Câmara, que ficou a pé. Agora, é Ticktum quem ameaça ficar sem ter carro, não porque não seja rápido, mas porque andou arrumando tanta confusão ao longo do ano que isso acaba criando um tremendo viés negativo para o piloto, uma vez que as equipes não gostam de verem seus pilotos se envolvendo em brigas durante as corridas.
Sébastien Buemi: Outro veterano que dá adeus ao grid da F-E, Sébastien Buemi vai concentrar sua carreira no Mundial de Endurance. O piloto suíço nunca mais andou direito na competição depois que perdeu a definição do título na terceira temporada para Lucas Di Grassi, mesmo correndo com carros competitivos em vários anos, tendo performances pra lá de medianas, ou raramente mostrando o mesmo ímpeto de antes. Buemi permanecerá junto à equipe Envision no próximo ano nos bastidores, ajudando a escuderia a otimizar seu entendimento dos novos carros Gen4. Nas últimas temporadas, Bueni precisou faltar a algumas corridas, devido ao seu contrato prioritário com a Toyota no WEC, e agora ele resolveu definir isso em definitivo, deixando a categoria de carros monopostos elétricos. Nesta última temporada, Buemi não fez uma participação ruim, finalizando o campeonato em 10º lugar, com 97 pontos, e tendo com o melhor resultado um único 2º lugar, no segundo ePrix de Jeddah.
Norman Nato: O piloto francês efetuou mais uma temporada decepcionante na Formula-E, tendo ganhado uma renovação com a Nissan, no ano passado, que muitos julgaram imerecida, visto que eles tinham o brasileiro Sérgio Sette Câmara como reserva e pronto para assumir a titularidade de um dos carros. Nato já tinha ficado a desejar em relação ao companheiro Oliver Rowland, que foi campeão da temporada passada, mas boas performances de Nato no Mundial de Endurance acabaram causando uma impressão equivocada, e garantindo mais um ano de Norman no time japonês, onde decepcionou até mais do que na temporada passada, ao terminar em 19º lugar na classificação, com apenas 20 pontos, enquanto Rowland foi o 4º colocado, com 137 pontos. Nato pelo menos reconheceu que não fez o bastante, e não fez drama a respeito de ficar sem cockpit para a próxima temporada da F-E, preferindo concentrar seus esforços de carreira no WEC.
Colton Herta: Quando resolveu trocar a Indycar pela F-2, a intenção do piloto californiano era conseguir os pontos necessários para enfim possuir a superlicença necessária para entrar na F-1, e muito provavelmente, assumir um dos carros da Cadillac, muito provavelmente em 2027, ou quem sabe, em 2028, dependendo das dificuldades. Ao que parece, esse último panorama parece ser o mais provável, visto que Herta vem fazendo uma temporada muito discreta no certame, ocupando apenas a 16ª posição no campeonato, muito pouco para quem buscava conquistar os pontos necessários para a superlicença. Isso não significa que o sonho não vai se realizar, mas que provavelmente Herta precisará de muito mais confiança e trabalho na competição em 2027, se quiser enfim ir para a F-1, onde a Cadillac inclusive vem marcando passo ocupando os últimos lugares do grid. Será que Colton conseguirá seu objetivo? Já se sabia que a aventura seria arriscada, e demandaria muito trabalho, o que ninguém esperava é que ele fosse tão ruim na pontuação como está se apresentando...
Maxximilian Gunther: Outro piloto que terminou a temporada da F-E em baixa, Gunther está à procura de um novo lugar para a próxima temporada da competição, tendo tido um ano bem apático, onde ele não conseguiu superar a falta de competitividade da DS Penske, e ficando 11 provas fora da zona de pontuação, o que o fez terminar o ano atrás até de Lucas Di Grassi, da fraca Lola/Yamaha. Gunther ainda amargou ver Taylor Barnard, que já tinha conquistado quase o dobro de sua pontuação no campeonato, ainda vencer a corrida final do campeonato, aumentando ainda mais a discrepância de resultados para o colega de time, enquanto ele terminou fora da zona de pontuação, mais uma vez. Dependendo das vagas e das negociações com outros times, Gunther pode ser mais um piloto a deixar a competição, cada vez mais disputada por diversos pilotos que veem o certame dos carros monopostos elétricos uma opção viável de carreira no automobilismo internacional...
